Você Sabia Que...
Cada pessoa consome duas árvores por ano em papéis (para escrever, guardanapos, embrulhos, etc...).
Cada pessoa gera 10 vezes o seu peso em refugos domésticos por ano.
No Brasil são produzidas 250.000 toneladas de lixo diariamente.
Cada pessoa descarta 45 Kg de plástico por ano.
Somente 1% da água doce do planeta pode ser usada para consumo humano.
Você sabe para onde vai o lixo que produzimos?
88 % do lixo que produzimos é levado para lixões, depositados diretamente no solo, podendo contaminar nossa água.
10 % são destinados a aterros sanitários, esse é o método correto de destinação, pois protege o meio ambiente.
2% são destinados reciclagem.
Você sabe quanto tempo leva para se decompor o lixo que descartamos?
VIDRO- Indeterminado, o vidro jogado no solo não se decompõe.
PLÁSTICO- 450 anos.
ALUMÍNIO- de 200 a 500 anos.
PAPEL E ALIMENTOS- de 2 a 4 semanas.
Nós podemos reverter esse quadro, não jogando lixo no meio ambiente e praticando a regra dos TRÊS R.
REDUZIR- Gerar menos lixo evitando o desperdício, Ex: Usar frente e verso do papel para escrever, optar por papel reciclado.
REUTILIZAR- Antes de descartar o lixo, podemos usá-lo para outras finalidades, Ex: Usar garrafas de plástico para fazer vasos ou para depositar grãos.
RECICLAR- Aproveitar produtos jogados no lixo para a fabricação de outros objetos, Ex: Os Pneus velhos que são jogados no lixo podem se tornar asfalto para rodovias. A Reciclagem só é possível através do processo de coleta seletiva, separação por tipo de resíduos, Papel, Plástico, Vidro, Etc...
Se a referencia for ao odor característico de lixo acumulado, a expressão é uma unanimidade mundial. Ninguém, nem mesmo as multidões que sobrevivem dos lixões, expressão qualquer admiração ao processo de decomposição dos detritos deixados pelo próprio homem. Observamos que é natural o descarte de muitos detritos que não podem ser reutilizados. Por outro lado, o desperdício tem sido freqüentemente destacado como um dos grandes problemas no setor de limpeza urbana. Os Cuidados com o Lixo são mais sérios nas grandes metrópoles, onde a grande quantidade dificulta o tratamento adequado que normalmente fica sob a responsabilidade das administrações municipais que na maioria das vezes, terceirizam o serviço. Na grande São Paulo, por exemplo, de um total de 9 mil toneladas recolhidas diariamente, apenas 1800 toneladas recebem tratamento através de segregação dos diversos componentes do lixo (aproveitamento / reciclagem) e também pelo processo de incineração. A discussão mundial sobre a saúde do planeta tem apontado a valorização dos componentes de lixo como uma das formas de promover a conservação de recursos, também há necessidade de maior conscientização das populações com relação aos cuidados com o lixo e os riscos para a saúde gerados pelo desprezo demonstrado por muitos. A poluição das águas de rios, riachos, cachoeiras tem colocado em risco o futuro do planeta que poderá ficar sem água potável para matar a sede ou garantir a alimentação
Além de tudo Isso a Lavapano vem ao longo dos anos preoculpando-se com uma questão de suma importância, a água, Leia este texo e veja por quê devemos nos preoculpar tanto:
Água doce e limpa: de "dádiva" à raridade
Estudiosos prevêem que em breve a água será causa principal de conflitos entre nações. Há sinais dessa tensão em áreas do planeta como Oriente Médio e África. Mas também os brasileiros, que sempre se consideraram dotados de fontes inesgotáveis, vêem algumas de suas cidades sofrerem falta de água. A distribuição desigual é causa maior de problemas. Entre os países, o Brasil é privilegiado com 12% da água doce superficial no mundo.
Outro foco de dificuldades é a distância entre fontes e centros consumidores. ÉCaso da Califórnia (EUA), que depende para abastecimento até de neve derretida no distante Colorado. E também é o caso da cidade de São Paulo, que, embora nascida na confluência de vários rios, viu a poluiçãlo tornar imprestáveis para consumo as fontes próximas e tem de captar água de bacias distantes, alterando cursos de rios e a distribuição natural da água na região. Na última década, a quantidade de água distribuída aos brasileiros cresceu 30%, mas quase dobrou a proporção de água sem tratamento (de 3,9% para 7,2%) e o desperdício ainda assusta: 45% de toda a ´gua ofertada pelos sistemas públicos.
Disponibilidade e distribuição
A água limpa está cada vez mais rara na Zona Costeira e a água de beber cada vez mais cara. Essa situação resulta da forma como a água disponível vem sendo usada: com desperdício que chega entre 50% e 70% nas cidades, e sem muitos cuidados com a qualidade. Assim, parte da água no Brasil já perdeu a característica de recurso natural renovável (principalmente nas áreas densamente povoadas), em razão de processos de urbanização, industrialização e produção agrícola, que são incentivados, mas pouco estruturados em termos de preservação ambiental e da água.
Nas cidades, os problemas de abastecimento estão diretamente relacionados ao crescimento da demanda, ao desperdício e à urbanização descontrolada que atinge regiões de mananciais. Na zona rural, os recursos hídricos também são explorados de forma irregular, além de parte da vegetação protetora da bacia (mata ciliar) ser destruída para a realização de atividades como agricultura e pecuária. Não raramente, os agrotóxicos e dejetos utilizados nessas atividades também acabam por poluir a água. A baixa eficiência das empresas de abastecimento se associa ao quadro de poluição: as perdas na rede de distribuição por roubos e vazamentos atingem entre 40% e 60%, além de 64% das empresas não coletarem o esgoto gerado. O saneamento básico não é implementado de forma adequada, já que 90% dos esgotos domésticos e 70% dos afluentes industriais são jogados sem tratamento nos rios, açudes e águas litorâneas, o que tem gerado um nível de degradação nunca imaginado.
Alternativas
A água disponível no território brasileiro é suficiente para as necessidades do País, apesar da degradação. Seria necessário, então, mais consciência por parte da populaçatilde;o no uso da água e, por parte do governo, um maior cuidado com a questão do saneamento e abastecimento. Por exemplo, 90% das atividades modernas poderiam ser realizadas com água de reuso. Além de diminuir a pressão sobre a demanda, o custo dessa água é pelo menos 50% menor do que o preço da água fornecida pelas companhias de saneamento, porque não precisa passar por tratamento. Apesar de não ser própria para consumo humano, poderia ser usada, entre outras atividades, nas indústrias, na lavagem de áreas públicas e nas descargas sanitárias de condomínios. Além disso, as novas construções casas, prédios, complexos industriais poderiam incorporar sistemas de aproveitamento da água da chuva, para os usos gerais que não o consumo humano.
Após a Rio-92, especialistas observaram que as diretrizes e propostas para a preservaçatilde;o da água não avançaram muito e redigiram a Carta das águas doces no Brasil. Entre os tópicos abordados, ressaltam a importância de reverter o quadro de poluição, planejar o uso de forma sustentável com base na Agenda 21 e investir na capacitação técnica em recursos hídricos, saneamento e meio ambiente, além de viabilizar tecnologias apropriadas para as particularidades de cada região.
A água no mundo.
A quantidade de água doce no mundo estocada em rios e lagos, pronta para o consumo, &eeacute; suficiente para atender de 6 a 7 vezes o mínimo anual que cada habitante do Planeta precisa. Apesar de parecer abundante, esse recurso é escasso: representa apenas 0,3% do total de água no Planeta. O restante dos 2,5% de água doce está nos lençóis freáticos e aqüíferos, nas calotas polares, geleiras, neve permanente e outros reservatórios, como pântanos, por exemplo.
Se em termos globais a água doce é suficiente para todos, sua distribução é irregular no território. Os fluxos estão concentrados nas regiões intertropicais, que possuem 50% do escoamento das águas. Nas zonas temperadas, estão 48%, e nas zonas áridas e semi-áridas, apenas 2%. Além disso, as demandas de uso também são diferentes, sendo maiores nos países desenvolvidos.
O cenário de escassez se deve não apenas à irregularidade na distribuição da água e ao aumento das demandas - o que muitas vezes pode gerar conflitos de uso mas também ao fato de que, nos últimos 50 anos, a degradação da qualidade da água aumentou em níveis alarmantes. Atualmente, grandes centros urbanos, industriais e áreas de desenvolvimento agrícola com grande uso de adubos químicos e agrotóxicos já enfrentam a falta de qualidade da água, o que pode gerar graves problemas de saúde pública.